Vamos falar sobre inclusão nas escolas?

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Berenice Piana lutou pelos direitos dos autistas no Brasil
Berenice Piana lutou pelos direitos dos autistas no Brasil – Clique e assista esse vídeo no GloboTV

No dia 27 de fevereiro, aconteceu um debate bem bacana sobre crianças especiais e a dificuldade de inclusão escolar no programa Encontro com Fátima Bernardes. Quem me indicou o programa foi a amiga Rosana Leh Dias, que nos contou que a Berenice Piana seria uma das entrevistadas.

Para quem não sabe, a Berenice tem um filho de 18 anos com autismo e depois de muito batalhar pelos direitos do seu filho resolveu estudar a sério o tema e virou uma grande especialista em autismo, e de tanto sugerir ideias para um projeto que visasse melhores condições para ele e outras pessoas com a mesma dificuldade, esse projeto acabou virando uma Lei que recebeu o seu nome. Essa Lei foi sancionada pela Presidenta Dilma Roussef recentemente e garante, entre outras coisas, o direito a inclusão escolar, tema do programa da Rede Globo.

Nós ficamos muitos satisfeitos com o resultado do debate, onde vários pais de inúmeras classes sociais e com filhos em diversos tipos de deficiências, levantaram questões relevantes sobre o tema, e a importância de uma discussão mais abrangente sobre o assunto e então eu resolvi pedir a Samantha Shiraishi, do blog “A Vida como a Vida quer” para ampliarmos esse bate-papo em busca de novas formas de inclusão escolar. Ela apoiou imediatamente a ideia e me convidou para o seu Hangout periódico da sua página no Google plus.

Então para quem se interessou sobre o assunto, basta acessar o link do evento no dia 7 de março (quinta-feira) às 19:30, que ele será transmitido via Hangout On Air, ou seja, ao vivo. Todos poderão fazer perguntas via comentários do vídeo que nós debateremos no ar. Mas se você perder a conversa por causa do horário, não se preocupe, o vídeo será disponibilizado imediatamente após o encerramento do bate-papo, e poderá ser visto através do canal da Samantha no Youtube.

Então é isso pessoal, fica o convite e espero ver todos vocês lá! Abraços!

 


Perdeu o Hangout? Assista clicando no player abaixo, foi muito bacana!

3 thoughts on “Vamos falar sobre inclusão nas escolas?

  1. INCLUSÃO ESCOLAR, está muito longe de acontecer, posso dizer por experiência própria. Tenho um filho com Síndrome de Asperger, que já sofreu muito em escolas públicas. Direção, professores, alunos e pais, não estão preparados para recebe-los, principalmente os professores… Atribuo a maior culpa pelo sofrimento de meu filho a mim e ao pai dele, pois preferimos que ele frequentasse uma escola normal à uma APAE, pois ele é muito inteligente, mas, nunca estivemos dentro de uma sala de aula com ele, até que, através de terceiros ficávamos sabendo do que estava acontendo, e tudo estava se agravando… Deixei que ele frequentasse a APAE…
    Resultado: Nunca vi meu filho mais feliz na vida por frequentar uma escola, por ele estudaria o dia todo, acorda com temperatura abaixo de zero e vai para escola muito feliz. Não vê diferença em seus colegas, onde a deficiência mental e física se agrava, gosta de todos, principalmente das professoras. Seus cadernos q até então ficavam vazios, hoje se encontram cheios de matéria escolar, e se preocupa em fazer os deveres. Espero do fundo do meu coração que não acabem com as APAES!

  2. A INCLUSÃO ESCOLAR, está muito longe de acontecer, posso dizer por experiência própria. Tenho um filho com Síndrome de Asperger, que já sofreu muito em escolas públicas. Direção, professores, alunos e pais, não estão preparados para recebe-los, principalmente os professores… Atribuo a maior culpa pelo sofrimento de meu filho a mim e ao pai dele, pois preferimos que ele frequentasse uma escola normal à uma APAE, pois ele é muito inteligente, mas, nunca estivemos dentro de uma sala de aula com ele, até que, através de terceiros ficávamos sabendo do que estava acontendo, e tudo estava se agravando… Deixei que ele frequentasse a APAE…
    Resultado: Nunca vi meu filho mais feliz na vida por frequentar uma escola, por ele estudaria o dia todo, acorda com temperatura abaixo de zero e vai para escola muito feliz. Não vê diferença em seus colegas, onde a deficiência mental e física se agrava, gosta de todos, principalmente das professoras. Seus cadernos q até então ficavam vazios, hoje se encontram cheios de matéria escolar, e se preocupa em fazer os deveres. Espero do fundo do meu coração que não acabem com as APAES!

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